Neste período de plena
avaliação das autoridades municipais, Ministério Publico de São Paulo, e
Sindicato dos Taxista, estamos colocando a disposição; estudos e pesquisas que
tiveram apoio após suas conclusões da Coordenação do “Ponto de Taxi 282 – HCSP –
Sr. Denys Soares e da Associação dos Servidores do Hospital da Clinica – Sr.
Gerson Batista – Presidente, realizada pelo 2º. Motorista – Sr. Jose Ramos de
Carvalho, que além de prover os seus recursos econômicos como “Taxista” tem a
sua formação na área de Gestão Ambiental, e que faz parte da Associação
Paulista dos Gestores Ambientais, exercendo a função de – Diretor de
Comunicação.
O
que significa o “Serviço de Taxi” para o PIB do município de São Paulo.
Introdução:
São Paulo, uma
metrópole de 12 milhões de habitantes, e que diariamente produz milhões de
deslocamentos, por seus disponíveis meios de transporte: Ônibus, Metro, Trens,
Serviços de Taxi,Veículos, Motos, e recentemente Bicicletas. Este ultimo conceito de transporte, vem se
qualificando com bons incentivos por parte dos governos para a redução dos
congestionamentos, e incentivando uma nova forma de deslocamento e, de mudança
paisagística da cidade, com a instalação de ciclovias, e especialmente pelo
incentivo a saúde, e a um modo diferente de viver nesta cidade de milhões de
viagens diárias. Diante
destes volumes de deslocamentos, para varias atividades dos paulistanos em uma escala
operacional, os ônibus, tem o maior potencial, porque participa de uma
varredura logística por todas as regiões do município e grande São Paulo
transportando milhões de pessoas tornando-se mais eficiente e produtivo numa
escala de deslocamentos diários. E
nesta conjunção logística, o METRO, com seus eixos viários, sem ter qualquer
tipo de oposição física efetuam deslocamentos aos centros de serviços, lazer,
entretenimento, e trabalho com apoio de 64 estações, com 3,5 Milhões
Passageiros/dia. Mas a comparação com outras capitais espalhadas pelo planeta o
nosso déficit de transporte em trilhos tem os seus números pouco expressivos se
comparado, por exemplo, com a Cidade do México (177 km) ou Seul (287 km), que
iniciaram a instalação do seus Metroviários no mesmo período de São Paulo, na
década de 70 e atualmente conta com números mais expressivos do metroviário e a
nossa cidade com apenas 77 km de linhas operacionais. E finalmente para atender os famosos
deslocamentos em sua maioria individuais, ou de serviços de distribuição de
documentos, alimentação rápida o chamado delivery, as motos, que apesar de uma
legislação adequada, mas que ainda não encontrou um sistema ou uma moldura
correta de mobilidade urbana, e sua participação operacional produz altos
custos de saúde, por inúmeros acidentes diários, e que utilizam dos corredores
e faixas exclusivas pelo espaço livre e de conforto a sua segurança pessoal,
apesar da proibição de sua circulação neste espaço disponível, pois existem em
nossas vias urbanas uma “Mortandade” e dilaceração de jovens, se aproximando de
uma epidemia brutal, e apesar dos novos parâmetros técnicos, e regulamentações,
porém existem conflitos de segurança
viária do comportamento do próprio motociclista, onde seu “Serviço de Entrega”
ganham características competitivas, e que colocam em risco sua integridade
física. E que ainda infelizmente encontramos corpos dilacerados, ou cobertos
por folhas de alumínio diariamente.
E o “Serviço de Taxi”, o seu parâmetro inicial
de existência é a sua “Prestação de Serviço”, é o elemento logístico que fica a
disposição da cidade, trafegando (24hs.) ininterruptamente por diversos pontos e
avenidas, em sua maioria nos setores de serviços: lojas, restaurantes,
escritórios e suas diversas atividades, aeroportos, hotéis, rodoviárias, e
entre outros a mobilidade hospitalar em seus diversos perfis de atendimentos:
pacientes, acompanhantes, idosos, deficientes especiais, Médicos, enfermeiros,
órgãos para transplantes, e técnicos de saúde.
JUSTIFICATIVA.
Neste numero imenso de deslocamento com
aproximadamente 33.000 Permissionários prestando o “Serviço de Taxi” obtendo em
média 12 viagens/dia, com uma média de 150 km/dia para um período de 8 horas/trabalho,
teríamos um deslocamento de aproximadamente 396.000 viagens/dia podendo atingir
um pico 5 milhões/Km/dia (125 Voltas na Terra) com 264.000 horas/dia realizadas
pelo “Serviço de Taxi”, contando com todos este contingente de permissionários,
co-proprietários, Prepostos e 2º. Motoristas, proporcionando varias
interligações de logística entre as diversas atividades produtivas e de
serviços da cidade de São Paulo. O fato é que a ampliação dos corredores
oferece um excelente beneficio ao deslocamento coletivo onde o ônibus passou de
seus 14 km/h para 24 km/h com um aumento de sua velocidade em 58%, mas qual
será este limite da velocidade dos ônibus a ser encontrada que ofereça
deslocamentos rápidos e especialmente com segurança com veículos cada vez mais
longos.
E qual a justificativa plausível que
possa o “Serviço de Taxi”, continuar a conjugar seus deslocamentos nos
corredores e faixas exclusivas?
CARACTERIZAÇÃO:
Devemos inicialmente
realizar a seguinte pergunta: Qual o
perfil atual dos usuários do “Serviço de Taxi”?
E sua importância produtiva para a cidade de São Paulo: Serviços, Industria, Turismo, e mobilidade hospitalar, especialmente, em alguns casos nesta ação de “acesso a mobilidade especial” e seu direito expresso na Constituição Brasileira. Com parâmetros técnicos definidos segundo pesquisas e estudos solicitados a pedido do Ministério Publico, o Exmo Sr. Promotor Dr. Mauricio Antonio Ribeiro Lopes , oferece ao “Executivo Municipal” a decisão da restrição do “Serviço de Taxi” nos Corredores e Faixa dos ônibus do município de São Paulo, e conclui, que “Não” devemos em favor de um numero menor de usuários intervir no deslocamento de milhões de pessoas.
E sua importância produtiva para a cidade de São Paulo: Serviços, Industria, Turismo, e mobilidade hospitalar, especialmente, em alguns casos nesta ação de “acesso a mobilidade especial” e seu direito expresso na Constituição Brasileira. Com parâmetros técnicos definidos segundo pesquisas e estudos solicitados a pedido do Ministério Publico, o Exmo Sr. Promotor Dr. Mauricio Antonio Ribeiro Lopes , oferece ao “Executivo Municipal” a decisão da restrição do “Serviço de Taxi” nos Corredores e Faixa dos ônibus do município de São Paulo, e conclui, que “Não” devemos em favor de um numero menor de usuários intervir no deslocamento de milhões de pessoas.
Como podemos observar os principais eixos
do município de São Paulo, especialmente nas áreas das mobilizações produtivas,
Serviços e hospitalar, podemos destacar os Corredores: Av. Paulista (Sul –
Oeste), Av. Nove de Julho (Norte e Sul), São Gabriel (Sul - Centro), Faria Lima (Sul – Oeste), Av. Sumaré (Norte e
Oeste), Rebouças (Sul - Centro) e Marquês de São Vicente (Leste e Oeste). E
nestas regiões existem perfis múltiplos de usuários, porem sem as utilizações
do “Serviço de Taxi”, o que de fato será atingido economicamente, com a não autorização
da utilização destes corredores, é o “PIB
do município de São Paulo”. Mas porque esta relação direta com o “PIB
Municipal”, ao observar as pesquisas especialmente avaliando o perfil destes
usuários do “Serviço de Taxi”, e sua relação econômica com a cidade, as suas
influências no desenvolvimento social, econômico, político, saúde, cultural e
ambiental. O fator preponderante das maiores cidades do planeta, é que ainda
tem a favor um transporte publico extremamente adequado, e que atende
plenamente os deslocamentos diários e operacionais ampliando e contribuindo com
os resultados econômicos e sociais destas cidades, sem estabelecer um rótulo ou
perfil inadequado de passageiro preferencial economicamente, porque entre suas utilizações
fazem parte serviços essenciais, inclusive de proteção e direito a própria
vida, no caso especifico em favor da “Mobilidade Hospitalar” e de respeito aos
direitos constitucionais, e especificamente ao Estatuto dos Idosos – Lei 10.741
de 01/10/2003 – Lei Federal – Política Nacional do Idoso – Lei Federal – 8842
de 04/01/1994 – LOAS – Lei Federal – 8742 de 07/12/1993 e a Política Municipal
do Idoso – Lei Municipal – 13.834 de 27/05/2004.
“De acordo com os cálculos, São Paulo é
a quinta ou sexta maior cidade do mundo. Se considerarmos a região
metropolitana, ela é a quinta, atrás de Tóquio, Nova York, Cidade do México e
Bombaim. Se considerarmos só a cidade, que tem 12 milhões de habitantes, ela é
a sexta. As cinco primeiras, com exceção de Istambul, são todas asiáticas. Para
quem acha São Paulo tão grande, estamos vendo que é possível, sim, ser ainda
maior.”Raquel Rolnik
Esta
expansão populacional e misturada a esta produção econômica e serviços o
município de São Paulo, com 11 milhões de habitantes (Censo 2010). A cidade de
São Paulo consta no censo de 2010 que atingiu uma população de idosos de
1.338.138, isto significa que 11,9% da nossa população tem 60 anos ou mais. “O
envelhecimento hoje é um direito do ser humano que, perpassa por vários
direitos sociais, tais como saúde, assistência social, transporte, habitação, justiça,
trabalho, previdência e outras, mas também está vinculada a trajetória de vida
de cada pessoa idosa” Area
Tecnica de saúde da Pessoa Idosa – Coordenação de Atenção Basica/SMS-G –
Prefeitura do Municipio de São Paulo
As pesquisas realizadas apontaram que as
Velocidades Médias dos ônibus nos corredores atingiram 24 km/h entorno de 44%
da velocidade máxima permitida nos corredores que são os atuais 55 km/h.
Qual seria o limite da velocidade Média
Operacional com embarque e desembarque de passageiros de cada Corredores ou Faixas
e seus espaços lineares?
O “Serviço de Taxi”, seu
universo de utilização operacional não se resume a 1% dos favorecidos da
população de São Paulo, mas em uma calculo mais favorável ao “Serviço de Taxi” podemos
caracterizar na média 50% que poderíamos
ter da população de idosos usuários, que resulta em 5% da população paulistana,
logicamente somando-se igualmente este contingente múltiplo de usuários em suas
inúmeras atividades que colaboram juntos com os nossos idosos do
desenvolvimento socioeconômico e ambiental do município de São Paulo, que
certamente ampliam seus números de deslocamentos ou viagens diariamente.
MOBILIDADE
HOSPITALAR:
O “Serviço de Taxi” e os fatos expostos
acima, é extremamente relevante pelos motivos operacionais, do qual
participamos diariamente no Ponto 282 do Hospital das Clinicas de São Paulo,
com o transporte de: Pacientes, Acompanhantes, deficientes físicos e especiais,
cadeirantes, Médicos e profissionais técnicos da área de saúde. Seguindo a exemplificação operacional a
maioria dos hospitais do município de São Paulo, especificamente os mais
requisitados por esta orbita diária de passageiros, por exemplo, o próprio
Hospital da Clinicas, com aproximadamente 20.000 funcionários, e milhares de
pacientes, acompanhantes e profissionais da área da saúde:
Hospital das Clinicas
de São Paulo – Eixos de Operacionais, Corredores ou
faixas:
Rua da Consolação, Av. Paulista,
Av. Rebouças, Av. Dr. Arnaldo, Rua Cardeal Arcoverde, Av. Sumaré, Av. Marquês
de São Vicente, e Rua Teodoro Sampaio.
Perfil dos passageiros:
Com uma população idosa, entre 65 e 90 anos – em sua maioria do sexo feminino.
Condições econômicas:
Apesar das restrições imposta pelo HCSP
devido as suas obras de ampliação, atendendo os casos emergenciais, e com á
indicação para tratamentos clínicos nas UBS ou unidades de saúde mais próximas
aos bairros de origem, ainda milhares de idosos se utilizam das dependências do
HC, dando sequência aos seus tratamentos e a conservação plena de sua saúde. Mas
a maioria desta população idosa, ainda se deslocam dos bairros periféricos do
município de São Paulo, e se utilizam
assiduamente do “Serviço de Taxi” por diversos motivos de saúde, que impõem a
esta população um fardo econômico ou de recursos que infelizmente as estruturas
especializadas neste transporte ainda não atende plenamente, e se utilizam dos
corredores acima, dependendo da região para acessar o Hospital das Clinicas. Avaliando
o numero de viagens produzidas no Hospital das Clinicas, distribuído por 99 Veículos
em média temos a certeza de uma produção de serviço direto no ponto 282 – 8
partidas/dia/Média – resultando 821 viagens/dia, com 16.500 viagens/Mês/M, sem
ter a pesquisa de outros taxistas e radio-taxi que passam pelo complexo do HCSP, as vezes prestando serviço de
transporte de órgãos e do Serviço Médico. Tendo os idosos e outros pacientes em
diversas faixas etárias, às vezes com dificuldades plenas de mobilidade em
porcentagem substancial deste volume de viagens, e as consequências diretas ao
poder econômico destes passageiros, e consequentemente a família, além de
prover os gastos com alimentação na espera de atendimento, vai com certeza
observar um aumento acima de 80% neste custo de mobilidade via “Serviço de
Taxi”, embora outros possam a vir utilizar o transporte coletivo (Ônibus –
Metro) na sua maioria são absolutamente refém do “Serviço de Taxi”, por motivos
obvio de fragilidade óssea, patologias diversas e às vezes transmissíveis, que
devem sem duvida evitar o transporte coletivo, e na maioria dos casos no próprio
transporte acompanhado de “cadeira de rodas” ou por uma deficiência especial,
inclusive crianças e adolescentes. E outro grupo que certamente serão atingidos
severamente são os passageiros que se utilizam de Hemodiálise, que a cada 02
dias passam pelas filtragens de sangue, e em sua maioria saem dos procedimentos
totalmente dependentes de seus acompanhantes, em alguns casos cadeirantes, e às
vezes dependentes do próprio Taxista para a sua segurança em seu deslocamento
até a sua moradia.
Serviços
de Saude.
Neste período igualmente temos que contar
nesta utilização dos corredores os deslocamentos dos profissionais médicos e
técnicos que se dirigem aos hospitais, inclusive em casos de emergência médica:
Sírio Libanês, Albert Ainsten, 9 de Julho, Santa Catarina, Santa Casa, Incor
(Paraiso) e outros serviços da área de saúde. Todas estas unidades hospitalares
têm o seu grupo de atendimento por meio do “Serviço de Taxi” que amplia o
numero ainda maior de profissionais. Apesar da restrição imposta recentemente
ao corredor Av. Paulista, é possível acessar as baias destinadas a embarque e
desembarque, mas fica ainda a questão da mobilidade, quando temos que deixar em
baias pessoas altamente dependente de equipamentos ortopédicos para se
locomover, pois às vezes as distancias dos pontos de baias, são distantes a sua
capacidade de se locomover, pois apenas 10 metros tem uma proporção de 50
metros, às vezes próximos do local de serviço ou residência para aquele que
depende de “andadores” ou muletas acopladas torna-se uma distancia quilométrica
e totalmente inadequada à proteção e segurança destes especiais paulistanos.
QUESTÕES
OPERACIONAIS DE TRAFEGO.
Os estudos que se apresentam deve
ter os seus parâmetros técnicos, mas identificamos pontos que possam a vir
contribuir com as analises do técnicos da Cia de Engenharia de Trafego, e da
Secretaria de Transporte do Município de São Paulo . O corredor que acentuadamente
utilizamos é o Corredor Rebouças em seus diversos horários para deslocamento de
pacientes e idosos e seus exames, e temos três pontos que travam o Corredor
Rebouças, não por impedimento do veiculo taxi, mas no momento do pico de saída dos colaboradores do
próprio HC – Parada HC, e na sequência da “Parada Oscar Freire” e posteriormente
a “Parada Av. Brasil”. O que
especialmente registramos, é que deveríamos realizar uma pesquisa –
Qual é a velocidade de
acesso dos passageiros ao Ônibus?
Tenho observado que
quando o Ônibus encosta nas “paradas”, e por ter a posição do “Cobrador de Ônibus”
a frente da porta de entrada, cria-se uma fila, e logicamente um tempo de
espera anormal, e assim, acumula um numero de "veículos Taxi" aguardando o andamento do ônibus a frente,
sendo a Parada da Av. Brasil a mais conflitante, pois igualmente o tempo
semafórico tem dosagens de tempo maiores pelas circunstâncias e importância
destes eixos de trafego. E acontecem estas paradas motivadas pelo acesso aos
ônibus na Parada Faria Lima, Eldorado e Raposo Tavares, tanto que após a
passagem pela Av. Brasil, é possível se deslocar pelas faixas normais de
rolamentos, e retornando para exclusiva após
os ônibus que permanecem ainda completando o acesso de seus passageiros. Nestas observações ou pesquisas realizadas
o próprio “Sistema – Bilhete Único” impõem em sua utilização alguma interferência
no próprio acesso ao Ônibus Coletivo, em dialogo com passageiros e motoristas
dos coletivos, existe um comportamento natural do passageiro em controlar o
tempo ou às três horas de seu direito no Sistema. Por exemplo, é comum o
passageiro aguardar junto ao pequeno salão próximo ao “cobrador do Ônibus”
controlar o tempo de seu “Bilhete Único”, assim ficando ate´o ultimo instante
para ultrapassar a catraca para compor ou ganhar o tempo desta primeira ação de
deslocamento, e ter espaço de tempo para os próximos deslocamentos. Este ambiente de economia de tempo cria um
congestionamento ao acesso ao coletivo, e podemos observar as solicitações
constantes por parte do “Cobrador de Ônibus” para que acessem os outros salões do coletivo, e
inclusive no período de picos podemos perceber as intervenções dos
profissionais do “SPTRANS” também nas principais “Paradas de Ônibus” controlando
este acesso e cuidando da segurança em fechar as portas, porque os tempos de
acesso interferem diretamente no acumulo de coletivos e certamente colabora na
redução da velocidade média dos coletivos, principalmente nos períodos de pico,
e certamente prejudica o próprio Corredor em suas faixas laterais. Com a
introdução do “Bilhete Único Mensal” com valores já definidos julgamos que esta
ação de controle de tempo poderá ser neutralizada, porém devemos observar
quando poderá traduzir em valores operacionais na logística do “Sistema
Operacional das faixas e corredores”, e se de fato ira contribuir neste
comportamento de “Controle de Tempo” com relação aos próprios passageiros.
Placas de Sinalização dos Horarios de Utilização.
Observamos igualmente que em alguns
corredores ou faixas de ônibus que as permissões estão balizadas por horários
que os motoristas dos veículos particulares, ou outros, não estão habituados a
leitura dos horários de permissão ou de utilização das faixas ou corredores.
Por inúmeras vezes encontramos corredores com trafego lento e liberados para o
horário, porém por qualquer motivo que diretamente esta ligada a comunicação de
transito as placas atualmente utilizadas talvez não estejam alcançando a sua
função principal e certamente cabe a engenharia avaliar um procedimento visual mais participativo no
“leito carroçável” e indicar a liberação dos corredores ou faixas e seus
horários permitidos.
"O
táxi não responde pela lentidão no corredor. Ele não é o vilão. Esse estudo não
levou em conta os problemas estruturais do sistema de transporte público",
afirma Sergio Ejzenberg, engenheiro e mestre em transportes pela USP.
Logística
diária – Serviço de Taxis – Exercícios Estatísticos - volumes
Total de Cadastrados:
33.000
Exercitando com 30.000
ativos: diurnos e noturnos
Km/dia/Condutor: 150
Km/Média – totalizando – 4,5 milhões de Km/diários
112 Voltas entorno da
Terra.
Faturamento
Médio Bruto/ ano - R$ 1,9 Bilhões de Reais
750.000 lts/álcool = 34 Carretas/dia (22.000 lts) - R$
1,79 – R$ 1.342.000,00/dia
500.000 lts/Gasolina = 23
Carreta/dia (22.000 lts) - R$ 2,66 –
R$ 1.330.000,00/dia
642 – Troca de
Oleo/dia - 360 Pneus/dia – 300 Pastilhas Freio/dia - 4.300 Lavag./dia.
Alimentação: R$ 15,00 x
30.000 = R$ 450.000,00 / dia
Passageiros –
Viagens/dia/Média: 360.000
Planilha Operacional –
Serviço de Taxi – José Ramos de Carvalho –
(57 anos) – 2º. Motorista
Mês
|
Dias/
Trab.
|
Hrs/Trab.
Mês
|
Hrs/Trab
dia
|
Km/
Prod.
|
Km/
Res.
|
Km/
Total
|
Veloc.
Media
|
Viagens/
Corridas
|
Tempo/
Corrida
|
Km/
Corrida.
|
Jun
|
16
|
138
|
10:29
|
1811
|
347
|
2158
|
13,12
|
118
|
01:10
|
15,34
|
Jul
|
19
|
225
|
12:14
|
3096
|
805
|
3901
|
13,76
|
176
|
01:16
|
17,59
|
Ago
|
20
|
230
|
11:50
|
2736
|
881
|
3597
|
11,89
|
193
|
01:11
|
14,18
|
Set
|
19
|
175
|
09:12
|
2414
|
816
|
3230
|
13,79
|
132
|
01:19
|
18,28
|
Out
|
18
|
221
|
12:27
|
2696
|
802
|
3498
|
12,19
|
193
|
01:08
|
13,96
|
Nov
|
16
|
172
|
10:45
|
2035
|
895
|
2930
|
11,83
|
150
|
01:08
|
13,56
|
Dez
|
15
|
133
|
08:51
|
1627
|
797
|
2424
|
12,23
|
136
|
01:02
|
11,96
|
Média
|
17,5
|
185
|
10:48
|
2345
|
763
|
3108
|
12,67
|
157
|
01:09
|
14,98
|
R$ 1,64 Km/Médio/Bruto - R$ 23,00 Serviço de Taxi/hora -
Velocidade Média do “Veiculo Taxi”
na cidade de São Paulo – 12,67 km/h.
Qual será a velocidade
média imposta ao “Serviço de Taxi” com as futuras restrições?
| Mês | Veloc/M/Veiculo Taxi |
| Junho | 13,12 |
| Julho | 13,76 |
| Agosto | 11,89 |
| Setembro | 13,79 |
| Outubro | 12,19 |
| Novembro | 11,83 |
| Dezembro | 12,23 |
Gestão
Publica no “ Serviço de Taxi”
A gestão publica do Serviço de Taxi é
realizada pelo DTP – Departamento de Transporte Publico – Secretaria de
Transporte do Município de São Paulo, órgão que gerencia procedimentos de
logística, fiscaliza e coloca os parâmetros de qualidade e segurança dos
veículos taxi em favor dos usuários, além da parceria fundamental com o Inmetro
na fiscalização e aferição dos taxímetros.
Para os 33.000 permissionários e suas
extensões de profissionais todas as exigências realizadas pelo DTP fazem parte
de atributos mínimos de segurança viária, higiene, e de bons profissionais
motoristas devidamente treinados, habilitados e receptivos aos variados perfis
de usuários, desde turistas internacionais ao natural cidadão paulistano. Neste cenário profissional de integração do
Poder Publico e os 33.000 permissionários, com a instalação das restrições do
“Serviço de Taxi” nos Corredores e inclusive a não ampliação para as faixas de
ônibus, poderá incorrer na ampliação da “modalidade clandestina” e não
autorizada de transporte passageiros, salvo as agências autorizadas ou veículos
de aluguel, etc. Fica evidente que os valores serão
acrescidos em virtude das restrições, por que, com esta restrição, colocando o
“Serviço de Taxi” no mesmo leito carroçável dos veículos particulares,
certamente as modalidades clandestinas terá um campo fértil para atuação visto
que os valores individuais das corridas poderão ser negociados com valores mais
atraentes, e que certamente será considerado pelos usuários que absolutamente
necessitam desta modalidade de transporte – “Serviço de Taxi”, porém sem os
atributos acima exigidos pelo Poder Publico – DTP – Secretaria de Transporte do
Município. A fiscalização do Serviço de Taxi nos
corredores tem que ser extremamente rígida, pois consideramos infelizmente a
participação de veículos sem passageiros, apesar de um numero pequeno de
infratores, mas esta participação indevida cria insatisfação por parte dos
gestores públicos e todos os colegas taxistas que sabem da importância de
prestar bons serviços ao município de São Paulo. Há de ressaltar igualmente a participação de
veículos taxis de outros municípios, a exemplo com maior participação os
colegas do Aeroporto Internacional de Cumbica – Guarulhos. É de conhecimento da
sociedade as questões de segurança que envolve os colegas que prestam o
“Serviço de Taxi” para os usuários deste importante aeroporto para o
desenvolvimento econômico do nosso País, porém observamos que o vidros são
absolutamente “Filmados” que devido aos vários motivos desagradáveis de
“Assaltos ou Roubos” , mas na sua maioria não se utilizam do “Luminoso Taxi”, e
que oferece um desconforto em sua visualização, mas deveriam se apresentar com
todos os itens de prestação de “Serviço de Taxi” em adequação ao município de
São Paulo, para que os Gestores Municipais de Transito, e de Segurança Publica,
possam identificar os veículos que prestam o “Serviço de Taxi” e atender os
parâmetros da lei, e conjugar os corredores e faixas como item importante de segurança e mobilidade do "Serviço de Taxi" do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos. Afinal estamos a beira de dois importantes eventos para o Brasil: Copa do Mundo e Olimpíadas do Rio de Janeiro, e o transito sem duvida é o primeiro "Cartão de Visita" para os diversos tipos de atividades ou perfis turísticos.
COMENTÁRIO:
01/2014
Esta exposição técnica tem somente um único
objetivo de contribuir somando com os estudos já realizados pela Cia de
Engenharia de Trafego e Secretaria de Transporte do Município de São Paulo. O
fato é que ao longo das minhas atividades profissionais sempre esteve presente
a mobilidade pelo transito da cidade de São Paulo. Primeiro na condição de
atuar no Poder Publico, especificamente como estagiário de Engenharia na CET e
posteriormente na condição de Supervisor de Postos Avançados de Campo – PAC/CET
e sua implantação nos anos 80, observando e informando o transito da cidade
diariamente em seus diversos corredores. (8 anos). Após
outras atividades profissionais participei da implantação do Trecho – Oeste do
Rodoanel Mario Covas na condição de Supervisor de Equipe Operacional - Tercerizado - DERSA, e a soma destas
atribuições profissionais foram os parâmetros ou incentivos para expor dados operacionais da
minha atual posição profissional em prestar “Serviço de Taxi”, e que
complementa os meus recursos econômicos e me possibilita atuar como voluntário
em diversas ações na área ambiental.
O “Serviço de Taxi” acolhe 33.000 taxistas,
e estatisticamente, a meu exemplo 60% deste contingente de profissionais
motoristas tem acima de 50 anos, e com algumas exceções o nível de escolaridade
tem como teto o ensino médio, e que exerciam
profissões atuais ou extintas, e se tornaram “Taxistas”. Percorrem
milhares de quilômetros diariamente, vendo de perto as entranhas de nossa
cidade, dialogando, ouvindo historias,
participando delas, incentivando, emocionando, ou infelizmente as vezes sendo
noticiais.
E gostaria de destacar em particular o meu apreço ao Exmo Sr. Promotor - Dr. Mauricio Lopes, que tive a honra de conhecer indiretamente e observar a sua luta aos direitos constitucionais, especialmente nas questões ambientais e sociais envolvendo a instalação do Trecho Norte do Rodoanel Mario Covas, e oferecendo proteção aos direitos sociais de milhares de famílias que ainda estão sendo retiradas com avanço das obras rodoviárias. E que esta envolvido diretamente nesta decisão da "permissão" ou "restrição" da utilização dos Corredores e Faixas exclusivas. E foi o nosso grande motivador em apresentar as ferramentas operacionais acima, para que possa refletir e renovar suas analises em conjunto com o Poder Executivo - Prefeito Sr Fernando Haddad e o Secretário de Transporte do Municipio - Sr. Gilmar Tatto, pois certamente o Sr. Promotor tem o angulo de um unico estudo que suponhamos da "Engenharia de Transito", e estamos colocando para seu conhecimento e do Ministério Publico os nossos estudos e pesquisas, mas que coloca questões operacionais do "Sistema de Corredores e Faixas exclusivas" que devem ser avaliadas para futuras decisões em favor do desenvolvimento social e econômico do Município de São Paulo.
Agradeço os coordenadores e aos colegas do Ponto 282 - HCSP, aos passageiros que participaram das ações operacionais, em especial a Associação dos Servidores do HC e sua Presidência.
Obs:
fotos/filmes e texto – Responsabilidade e execução. - Ga. José Ramos de
Carvalho - Taxista - Ponto de Taxi - 282 - HCSP.
Contato:
E-mail: ramosambiental@gmail.com
Contato:
E-mail: ramosambiental@gmail.com
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